Top Companies' AI Moves
Jul 29, 2026

Resumo do dia
As grandes empresas intensificam suas apostas em IA: a ON Semiconductor emerge como opção mais acessível que a Vertiv para investimentos de longo prazo, enquanto a Kroger lança um assistente de planejamento de refeições para aumentar vendas e a Disney troca GitHub Copilot pelo Codex da OpenAI. Simultaneamente, a CrowdStrike alerta que as correções tradicionais de vulnerabilidades são agora insuficientes contra ameaças potencializadas por IA, e o Booking.com expande para Oceania e Coreia com foco em tecnologia de IA e autenticidade.
Principais notícias
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ON Semiconductor mais barata que Vertiv para aposta de longo prazo em IA
O que aconteceu: Dois papéis de infraestrutura de IA—Vertiv, que fornece energia e resfriamento para data centers, e ON Semiconductor, que fabrica chips de potência e sensores—negociam com avaliações diferentes apesar de ambas serem parceiras da Nvidia. ON Semiconductor está em busca de adquirir a Synaptics, empresa de soluções edge, por 7 bilhões de dólares para expandir suas capacidades de IA física. Por que importa: Os gastos em IA provavelmente mudarão do treinamento e inferência em modelos baseados em nuvem (primeira fase) para IA em edge—inferência realizada por robôs e veículos elétricos perto de onde os dados são coletados (segunda fase). Vertiv lidera na primeira fase, mas ON Semiconductor está se posicionando para o boom de longo prazo da segunda fase. O negócio de data center da ON Semiconductor deve dobrar em 2026, e o acordo com Synaptics lhe fornece sensores, gerenciamento de energia, tecnologia de controle e computação edge em um único pacote—uma pilha completa para robótica industrial e sistemas autônomos.
O que observar: O negócio de data center da ON Semiconductor é projetado em 500 milhões de dólares de sua receita total de quase 6,5 bilhões de dólares em 2026. A questão crítica é se a administração conseguirá integrar com sucesso a Synaptics e capitalizar sobre a transição para infraestrutura de IA física.
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Kroger lança assistente de planejamento de refeições com inteligência artificial para impulsionar vendas
O que aconteceu: A Kroger introduziu um assistente de compras com inteligência artificial que ajuda os clientes a planejar refeições e adicionar itens ao carrinho, marcando a entrada da varejista em ferramentas de comércio alimentado por IA para compras de supermercado. Por que é importante: O assistente de IA pode ajudar a Kroger a aumentar o tamanho do carrinho e o engajamento dos clientes ao simplificar o planejamento de refeições e as compras—um movimento que sinaliza como varejistas estão recorrendo à IA para aprimorar a experiência em lojas físicas e digitais e competir conforme alternativas de e-commerce crescem.
O que acompanhar: O escopo do lançamento, o preço, a disponibilidade no aplicativo e site da Kroger, e se a ferramenta gera ganhos mensuráveis nos gastos e fidelidade dos clientes indicarão se o planejamento de refeições orientado por IA se torna um recurso padrão no varejo de supermercados.
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Disney abandona GitHub Copilot e adota Codex da OpenAI
O que aconteceu: A Disney está descontinuando o GitHub Copilot da Microsoft e duas ferramentas de codificação com IA da Amazon (Kiro e Q) em agosto nos EUA, enquanto adota o Codex da OpenAI. A empresa manterá acesso ao Claude Enterprise da Anthropic e ao Cursor. Por que importa: Oito funcionários de tecnologia da Disney informaram à Business Insider que raramente ou nunca usavam o GitHub Copilot; um disse que produzia código "desnecessariamente complexo" que exigia limpeza, e outro notou que o acesso havia "expirado por falta de uso". A mudança reflete as dificuldades mais amplas de adoção do Copilot contra rivais como ChatGPT e Claude, e sinaliza quais ferramentas estão vencendo com grandes clientes empresariais.
Fique atento: O Codex da OpenAI está sendo preparado para adoção na Disney, embora nenhum cronograma de implementação tenha sido divulgado. Claude e Cursor se tornaram as ferramentas dominantes entre os funcionários da Disney—um engenheiro de alto nível disse que o uso era "provavelmente cerca de 80% Claude no terminal ao programar."
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CrowdStrike: A correção tradicional de vulnerabilidades tornou-se obsoleta diante de ameaças aceleradas por IA
O que aconteceu: Executivos da CrowdStrike afirmaram em uma entrevista que os cronogramas tradicionais de correção de vulnerabilidades não são mais viáveis porque a IA comprimiu o tempo entre a descoberta de uma vulnerabilidade e a criação de um exploit funcional para poucos minutos. A empresa enfatizou que 82% dos ataques agora dependem de processos legítimos e credenciais válidas em vez de malware, e que o tempo médio de expansão lateral na América Latina caiu de 48 minutos para 29 minutos. Por que importa: As organizações devem abandonar ciclos de correção herdados e adotar priorização baseada em risco, focando apenas em vulnerabilidades com exploits ativos e validados em circulação. A democratização da IA—permitindo que indivíduos com conhecimento mínimo de programação criem scripts de ataque sofisticados por meio de prompts em linguagem natural—expandiu o conjunto de atores de ameaça capazes, tornando a velocidade de resposta crítica para a sobrevivência.
O que acompanhar: As prioridades estratégicas da CrowdStrike incluem expandir seu Security Operations Center agêntico (onde agentes de IA triagem automaticamente detecções), aprimorar a proteção de identidade em tempo real com revogação dinâmica de acesso durante a sessão e fortalecer a proteção em nível de navegador e infraestrutura em nuvem—áreas que a empresa identifica como oportunidades de crescimento no México e na América Latina.
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Equipes jurídicas precisam de IA orientada por problemas, não por tecnologia
O que aconteceu: Kimberly Harlowe, Diretora Sênior de Suporte de Litígios e Tecnologia da Altria, apresentou um framework para que departamentos jurídicos corporativos adotem IA estrategicamente. A abordagem prioriza a identificação de problemas comerciais específicos antes de selecionar ferramentas, o design de infraestrutura modular para trocar soluções conforme a IA evolui, e a expansão por meio de parcerias com escritórios externos em vez de automação apenas interna. Por que importa: Quase 87% dos Conselheiros Gerais relatam uso ativo de IA, mas pouco mais da metade possui um roadmap formal de implementação. Uma estratégia orientada por problemas—começando com vitórias internas de baixo risco, como organização de documentos legados, depois expandindo para fluxos de trabalho de escritórios externos—ajuda líderes jurídicos a obter apoio executivo ao fundamentar argumentações em economia de custos ou capacidade recuperada, não em recursos de software.
O que acompanhar: O framework enfatiza a construção de uma 'arquitetura plug-and-play' que evita prender departamentos a ecossistemas de fornecedor único, já que soluções de IA mudam a cada seis meses. Casos de alto impacto para escritórios externos incluem resumos automatizados de depoimentos e rascunhos de descoberta, com sucesso atrelado ao alinhamento de escritórios de advocacia em torno de ferramentas padronizadas e manutenção de revisão humana em cada etapa.
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Booking.com expande para Oceania e Coreia com foco em IA e autenticidade
O que aconteceu: A Booking.com está implantando uma estratégia de expansão para Oceania e Coreia centrada na integração de IA, conteúdo autêntico gerado por usuários e colaboração direta com reguladores locais. Por que importa: O movimento reflete como as principais plataformas de viagens agora adaptam estratégias regionais em torno tanto da tecnologia (IA para personalizar busca e reservas) quanto da construção de confiança (autenticidade, parceria regulatória local), em vez de uma abordagem global única. Para empresas de viagem e hospedagem nessas regiões, isso sinaliza tanto oportunidade (maior visibilidade através de uma plataforma importante) quanto a necessidade de atender a padrões de conteúdo e conformidade mais rigorosos.
O que acompanhar: O sucesso da empresa em Oceania e Coreia provavelmente sinalizará se a colaboração regulatória e a autenticidade orientada por IA podem se tornar um modelo replicável para outros mercados onde a Booking.com busca fortalecer sua posição.
Em breve
Fique atento à capacidade da ON Semiconductor em integrar a Synaptics e converter seu negócio de data center em crescimento tangível, enquanto acompanha se as ferramentas de IA na Kroger, CrowdStrike, Disney e Booking.com conseguem gerar impacto mensurável nos resultados operacionais e na experiência do cliente—indicadores que determinarão se essas implementações se tornarão estratégicas ou experimentais. O grande teste será observar se essas empresas conseguem manter a flexibilidade em arquiteturas de IA que mudam rapidamente, evitando dependência de um único fornecedor, enquanto mantêm a revisão humana como camada crítica de controle.
Fontes
- Should You Ignore Vertiv? Why ON Semiconductor May Be The Better AI Infrastructure Stock Today
- Kroger Debuts AI Shopping Assistant for Meal Planning
- Disney is ditching Microsoft's GitHub Copilot and adding OpenAI's Codex
- Traditional Patching Is Not Viable in the AI Era: CrowdStrike
- Building a Practical Legal AI Roadmap
- Booking.com's playbook for Oceania and Korea includes AI, authenticity, and regulatory collaboration
- Bristol Myers Squibb (BMY) Stock May Be 48% Below Fair Value On Fresh AI Drug Discovery News
- AI Is Teaching Tractors to Think Field by Field, Not Farm by Farm
- Anthropic, OpenAI now bringing in more money than Starbucks and McDonald’s combined
- Amphenol Is Best-of-Breed in Interconnect With Surging Growth From AI
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